O celular marcava sete horas da manhã e já estava arrastando meu esqueleto pelo centro atrás de um café para espantar o sono quando dou de cara com um tiozinho com uma banca improvisada montada próximo a entrada da Universidade. Uma placa ao lado da banca estampava um cartaz com uma afirmação em negrito. “O Fim Está Próximo”
Tô vendo a hora que para atravessar o sinaleiro haverá obrigatoriedade do pagamento de Couvert Artístico