
mariei.
Galera, toda quinta tô aqui no trocistas pra fazer uma espécie de crítica-irônica ao jornalismo digital que dia após dia noticia coisas babacas, sem nexo e sem fim.
E o pior é que isso dá audiência; mais pessoas curtem isso do que qualquer outro lance relacionado à cultura, por exemplo.
Enfim…
Essa semana estou de luto.
Nos últimos dias morreu uma das pessoas mais influentes, queridas e guerreiras deste país. Ano após ano lutava contra a morte, nos deixando a seguinte pergunta:será que a morte morre antes dele?
Eu, por exemplo achei que ia na frente, e o pior, se ele ressuscitar agora, ninguém vai se surpreender.
Estou falando dele, o sr. vergonha na cara, que faleceu no momento em que a senhora sem-vergonha na cara, Maria, ganhou aquela bosta do programa, BBB, no qual fica um outro lunático recitando poesias acéfalas cujo ninguém entende droga nenhuma.
Maria, a eterna ninfa, cara de serelepe, que não satisfeita em acreditar piamente que um século têm 10 anos, não satisfeita fez papel de boba: correu atrás de um, desprezou quem tava afim dela, não sabia o que dizia, enfim, uma linda beleza desperdiçada num intelecto podre. A vergonha feminina.
Aliás, semana passada morreu José Alencar também, o homem que fez muita coisa boa, e que também não reconheceu seu suposto filho ao que parece; mas você, provavelmente, tava rindo com o Daniel dançando no coqueiro e nem se ligou nisso, não é?