Arquivado em: Flávia

É bom amar, é bom ser amado e ter alguém pra se preocupar e pra se preocupar com você, pra ter “intimidades, brincadeiras, só a gente entende”, mas tudo isso passa a ser problemático se não for mantida a individualidade de cada um, principalmente no que diz respeito a integridade da reputação de cada um…
Sinais que seu grau de “integração” com sua “pessoa amada” está muito alto:
1- Já não consegue conjugar os verbos na primeira pessoa do singular. Do verbo “eu”, no tempo “somente eu”. Tudo virou “nós”, nossas coisas, nossa vida… Isso tem um limite, se você ultrapassou esse limite, tome cuidado! Pode ser que não consiga voltar atrás.
2- Usar apelidos carinhosos é normal. Mas isso também tem um limite. Até que você chame seu amor de “bizunzunguinho”, problema seu e dele! Mas chamar a pessoa “disso” na frente dos outros é a ultrapassagem total do limite entre o romantismo e a falta de respeito pelo senso do ridículo da outra pessoa, e seu também.
3- Uma espécie de extensão dos apelidos carinhosos são as “vozinhas carinhosas”. Tudo bem se vocês parecerem dois retardados mentais sozinhos, já diz a sabedoria popular “entre quatro paredes vale tudo”, mas falar nesse tom na frente dos outros já é “um pouco” demais! É o mesmo caso do item anterior, falta de senso do ridículo.
4- Dividir objetos pessoais. Exemplo de nível crítico: escova de dente. Gente, não se usa escova de dente de nenhuma outra pessoa, ok? Deixe seu “romantismo” de lado e seja higiênico.
5- Deixar de comemorar os aniversários de data de nascimento e só comemorar datas de começo de namoro, casamento, dia em que se conheceram e etc. Aproveitando esse tópico, comece por: não conhecer ninguém, não começar a namorar ninguém e muito menos casar com alguém no dia do seu aniversário. Cada presente no seu devido dia. É a mesma coisa de nascer no Natal… Já que podemos evitar, melhor. Veja o exemplo de Jesus Cristo, tem gente que nem se lembra dele no Natal, compra presente pra todo mundo menos pra ele.
6- Exagerar no “uso da imagem” do seu amor. Usar algumas fotos tudo bem, mas usar APENAS fotos com a pessoa nos avatar’s de tudo quanto é coisa na internet, por exemplo, pode fazer com que as outras pessoas tenham até dificuldade de saber quem é quem. E fora da internet, colocar foto da pessoa em tudo: proteção de tela do celular, do computador, portas-retratos, foto grudada no espelho do quarto, do banheiro, na cabeceira da cama… Cuidado pra não enjoar da cara da pessoa, ok?!
E eu nem vou comentar sobre usar fotos em avatar’s de coisas suas da pessoa sozinha… É estranho gente, é estranho!
7- Ainda no âmbito de coisas virtuais… Usar o nome da pessoa junto com o seu no MSN, tipo: “Flávia (L) Yury” o tempo todo até é aceitável, mas deixar de usar o seu nome e usar só o nome da pessoa é totalmente sintoma de nível grave dessa doencinha chamada “faltadebomsensoeexcessoderomantismo”. Dedicar o nick e o subnick, simultaneamente, a frases relacionadas a pessoa também é um sintoma de nível médio-grave.
8- Só sair entre amigos junto com a pessoa. Imagina uma festa do pijama ao som da Lady Gaga na casa da Lis e você leva seu namorado junto… Ou uma sessão de futebol e cerveja na casa do Carlão e sua namorada lá… Ainda mais se vocês vão a essas coisas juntos e ficam o tempo todo só se beijando e conversando entre vocês.
9- Dividir sempre as refeições, tipo: um copo só pros dois, uma faca, um garfo, um prato… E ficar sempre dando comida na boca do outro a ponto de nunca deixar que a pessoa faça isso sozinha.
10- Deixar de gostar das coisas que você gosta e passar a gostar das mesmas coisas que a outra pessoa. Radicaliza nisso e vocês vão passar a gostar do mesmo sexo rapidinho.

Ah, os dizeres do povo! Quem nunca citou/ouviu ditados pupulares que atire a primeira pedra! Em momentos de alegria ou de consolo, alguém que não sabe o que dizer está sempre por perto com um deles na ponta da língua. Dos mais chatos “quem avisa amigo é” aos mais acalentadores “o tempo é o melhor remédio”.
- Dinheiro não traz felicidade.
Ouvi um dia desses o complemento “… mas ajuda a sofrer em Paris”. Na verdade eu fiquei pensando, sinceramente: se dinheiro não trás felicidade, pra que sofrer pelo amor de um pobre? Sério, pensem nisso.
- Água mole e pedra dura: tanto bate até que fura.
Eu nunca consigo ouvir isso sem interpretar ao pé da letra e ficar imaginando quanto tempo demora pra uma seqüência de gotas de água furar uma pedra, como manter uma goteira por tanto tempo no mesmo lugar…
- O que tem o cu a ver com as calças?
Ouço muito aqui em Portugal… O que é que uma coisa tem que a ver com a outra não importa, fico sempre intimamente constrangida pela naturalidade que eles têm de falar “cu”. (Pra quem não sabe, “cu” em Portugal é simplesmente “bunda” e não há mal em falar.)
- Tudo sempre tem um lado positivo!
É bonito de ouvir (dúvida cruel quanto a essa afirmação), mas, vamos combinar, não é verdade! Ou, se for, temos que viajar muito pra achar um lado positivo em certas coisas. Tipo, as guerras causam centenas de milhares de mortes, mas, vejamos o lado positivo! Gera procura de armas, esquenta a economia! Ou, seu pai, sua mãe e seus irmãos morreram num acidente de carro, só você sobreviveu e está totalmente sem família, mas, olha o lado positivo! Você não vai mais precisar dividir nada com os irmãos, não terá que obedecer às ordens chatas dos seus pais, a televisão é toda sua, você pode ficar acordado até a hora que quiser! Fala sério… Positividade tem limite.
- Antes tarde do que nunca.
Eu acho que na maioria dos casos, se você não consegue chegar a tempo é melhor nem sair de casa.
- Antes só do que mal acompanhado.
Na maioria das vezes que vejo esse ditado sendo usando, interpreto como uma grande desculpa das pessoas chatas e que ninguém suporta para sua solidão… Tipo aquela tia de 45 anos, que teve uns 2 namorados quando era adolescente, depois disso nunca mais firmou namoro com ninguém, raramente está “ficando” com alguém (nessa idade é difícil mesmo) e quando alguém naturalmente pergunta “a senhora é casada?” responde “não, antes só do que mal acompanhada”…
- Criou a fama, deite na cama.
Meus amigos do sexo masculino que têm namoradas ciumentas e depois aparecem traindo sempre me dizem isso. Pura cafajestagem! Tem que deitar na cama nada, tem que manter a compostura e fazer a verdade aparecer ou então termina o namoro e pronto. E outra, deitou na cama: negue até a morte pra não criar fama! (Pega a dica!)
- Cão que ladra não morde.
Homens, aprendam isso. Dica especial pros garotos que ficam procurando sexo virtual na internet, como dia o grande filósofo Fausto Silva (-q?) “quem sabe faz ao vivo!”.
- Devagar se vai ao longe.
E rápido vai-se a mesma distância em menos tempo. Ditado de consolo pra quem não consegue correr.
- Quem com ferro fere, com ferro será ferido.
Desatualizado isso de “ferro”. Hoje em dia é tipo “quem fere será com fogo executado, mano”, “quem namorando fere, com um corno (ou vários) será enfeitado”.
- Não adianta dá murro em ponta de faca.
Por que doí pra c#?%#$o!
Algumas correções…
- Quem não tem cão…
Fica em casa sem caçar, e se fizer gato na caça dos outros corre o risco de ser preso.
- Quem tem boca…
Fala o que quer se quiser ouvir o que não quer, mas não chega a Roma não. Só se usar a boca pra… Enfim, a Tessália ensina.
- Em terra de cego…
Quem tem olho é assaltado.
- Diga-me com quem andas…
E verei se vou continuar falando contigo.
- Onde há fumaça…
Há gente queimando uma erva.
- Depois de uma tempestade…
Aparece um monte de gente sem casa.
- Mais vale…
Prender logo o pássaro que tem na mão e ir caçar os que estão voando.
- Pau que nasce torto…
ninguém quer.
- Quando um não quer…
a mulher enche o saco até conseguir.
- Quem dá aos pobres…
nunca vai conseguir dar o golpe do baú e ainda corre o risco de pegar doença.
- Quem é vivo…
um dia morre.
Crédito da Imagem: Portal Tibia – Fernando Paz.

Carnaval finalmente acabou. Para alguns uma maravilha, para outros uma pena. De agora em diante as coisas no Brasil começam a funcionar (oi?). Aulas sérias nas escolas, funcionários públicos trabalhando. Esse tipo de coisa que desde o Natal era raro.
Vocês sabiam que o Carnaval, essa festa popular e populosa, nasceu na Europa? E até virar essa putaria festa alegre e despojada demorou muito… Anos e anos de intenso desenvolvimento intelectual e psicossocial… Mentira. Foi evoluindo no meio da folia mesmo, nada mais justo.
Então vamos fazer uma breve análise histórico-cultural… Se o carnaval surgiu na Europa, se ele é comemorado em fevereiro e se nessa época do ano faz frio na Europa, como são as roupas tradicionais do carnaval? Roupas que protegem do frio, roupas quentes, claro.
Daí que antigamente as roupas, até mesmo no nosso lindo país tupiniquim, eram bem mais comportadas do que hoje em dia (sem comparações…). Visualize a cena: carnaval de 1970, Brasil, festa a fantasia na rua, e você fantasiado de pirata. Bota de couro, calças escuras, camisas de manga comprida, barba postiça e lenço na cabeça. Em pleno verão. Morreu só de pensar? O fato é que, com o tempo, as roupas foram diminuindo, diminuindo… Ao ponto de hoje vermos vulgarmente pessoas desfilando praticamente (ou totalmente) nuas na avenida.
Mas faz sentido né?! O clima propiciou essa mudança, esse “avanço”.
O carnaval em Portugal (como exemplo mais “próximo” do Brasil dentro da Europa – hein?) comemora-se no mesmo período em que é comemorado no Brasil, fevereiro. Com apenas um detalhe básico e totalmente irrelevante: no Brasil, nessa altura, está mega verão (com direito a mínimas de 45˚C na sombra à noite), enquanto em Portugal está inverno (com direito a congelamento instantâneo de corpo ao pisar fora de casa – as vezes até dentro de casa mesmo).
Agora imagine que, enquanto no Brasil atualmente os trages carnavalescos são bem “fresquinhos”, do outro lado do oceano, além mar, na terra dos Manueis e Joaquins, inventaram de copiar o carnaval do sudeste brasileiro. Fato verídico. As moças vão as ruas em quase iguais trages brasileiros, porém, num frio de lascar. Legal, né?! Isso se não derem a sorte de cair neve e escorregarem com os saltos… Enfim, não estou a desejar mal as outras pessoas.
Daí a festa de rua lusa de alegria fica um pouco comprometida por fatores externos… Os comerciantes de cachorro-quente, algodão doce, churrasquinho de bacalhau e afins reclamam por vender pouco… A malta reclama do frio, pá… E eu, pobre mortal brasileira, pergunto-me a mim: porque não muda a data do carnaval pra uma época de verão? Porque em Portugal tem verão, e faz calor! Mas não, comemoram o carnaval justamente na época de mais frio…
Beleza, isso a história explica… O carnaval, tal como o Natal e a Páscoa, existe por um motivo “religioso”. Jura, Tia Flávia? Juro, amores. Talvez seja a festa criada por motivos religiosos que menos é religiosa existente hoje. (Isso até me faz lembrar aquele carro alegórico que causou a maior confusão com o povo crente e teve que ser todo modificado na última hora. Link da Noíticia, aposto que vocês nem lembram…)
Então tudo bem, na época a preocupação não foi usar roupas, melhor, não usar roupas e sim o fim religioso (não estou preocupada em saber direito qual é… Isso foi na Idade Média e vocês sabem que na Idade Média Deus era causa, motivo e razão de tudo de bom e ruim na face da Terra).
E aí vem outra questão… Mudar a data seria um “pecado”? Mas gente, bobage isso. Daqui a pouco nem a Quaresma vai ser vinculada a motivos religiosos. Algum repórter vai às ruas e pergunta a um cidadão: então, qual o significado de passar quarenta dias comendo menos? E o tal responde: “é esse padrão de beleza ditatorial da magreza… e tal…”
Portanto, volto a questão: porque não mudar a data de um carnaval pro verão? Por motivos religiosos? –q?
Depois que mudaram o nome do Aeroporto Internacional de Salvador para “Deputado Luis Eduardo Magalhães” em diante, mudanças “absurdas” em tradições não me afetam em nada. Pecado por que? A galere nem lembra que carnaval tem a ver com religião mesmo.
Pausa explicativa: Luis Eduardo Magalhães foi o filho de ACM – aquele que mandava e desmandava na Bahia – ele morreu e era fumante compulsivo. Um belo exemplo e um justo motivo para mudarem o nome do aeroporto que antes era em homenagem ao dia da independência da Bahia (2 de Julho), não é?!
Mas okay, não querem mudar a data: não mudem. Nem portuguesa eu sou. Se querem morrer de frio: que morram. No Brasil morrem de fome e bala perdida e nem por isso mudam Brasília de lugar. Vou falar do que eu posso agora: Bahia. Minha terra s2.
Na Bahia tem trio elétrico. Tem bloco de trio elétrico. A galera paga caríssimo pra ficar pulando (e sendo pisado, claro) atrás de um trio (um caminhão de som, digamos assim, com um artista (ou não) famoso (ou não) cantando, tocando e/ou dançando pra animar o povão). Ai tem até a musiquinha “atrás de trio elétrico só não vai quem já morreu”. Tenho medo dessas coisas, vou comentar não. #Paray_com_isso.
O fato que me deixa indignada (mentira, tenho nada a ver com isso, é só pra dar um tom dramático ao texto): o povo paga! O povo vai! O povo vende as cuecas em forma de fuxico pra pagar ssascoisa, depois reclama que não tem dinheiro pra comer, pra se educar, pra criar os filhos, pra comprar a ração do papagaio e pede ao governo “melhores condições de vida”… Pode? Poder, não podia, mas tanto pode quanto acontece.
E eu? Eu odeio carnaval. Mas não vou alongar esse discurso sócio-economico-político-crítico aqui, porque o blog é de humor. Tenho que manter meu foco no drama e na esculhambação literatura cômica.
Enquanto o povo (no Rio, na Bahia e em Portugal) se acabavam (literalmente) nas ruas, eu e meu namorado fazemos outras coisas mais úteis e outras não tão úteis, mas que pelo menos não implica em risco de vida: escrevendo posts sobre essa festa.

Alô você, garota (ou garoto) que tem mais de um namorado, ficante, peguete, ou seja lá o que for.
É essencial ter em mente que por mais que um cara diga que vocês têm uma relação aberta e, portanto, a liberdade de ficar com quem mais quiserem, nunca se deve abrir o jogo ou deixar a amostra que você sabe muito bem disso e aproveita lindamente a situação. Se a relação não é aberta então, é preciso ainda mais cuidado para deixar tudo sempre em sigilo.
Vão aqui algumas dicas para manter cada bofe no seu quadrado e você se movimentando onde bem entender.
- Nunca, totalmente nunca, fale de um rapaz para o outro. Muito menos disfarçando com “somos só amigos…”, isso na verdade é bem pior, colega. Por que namorado ter ciúme de amigo é normal e (quase em todos os casos) óbvio, e se você tiver com o rabo preso no amigo em questão a chance de cair em uma situação complicada e ser descoberta com a boca na Tessália (#Tessália_serve_pra_tudo) é muito maior.
- Tome cuidado para não confundir os nomes! Uma boa dica (mamãe que ensinou) é chamar todos por apelidos carinhosos como “amor”, “querido”, “benzinho” e etc. O que não falta é apelido brega carinhoso por aí pra escolher…
Só chame pelo nome próprio quando estiver brigando. É mais fácil saber qual dos F.D.P.’s te irritou, a chance de errar o nome fica quase nula. A raiva nos faz lembrar coisas que até eles queriam que esquecêssemos!
Se mesmo em momentos críticos você não confia na sua desenvoltura associativa de nomes, use um xingamento básico em comum.
Pode ser que eles achem estranho que você nunca diga o nome mesmo, mas ai você contorna. Diz que acha que chamar pelo nome é pra pessoas pouco íntimas… E cá pra nós, é sempre melhor que eles achem que você é um pouco “sem uma base certa” do que saberem que… né?! Enfim.
- Invente uma desculpa para os dois e não use fotos suspeitas e muito menos evidentes (beijando, de rosto muito colado, com legendas melosas…) em redes sociais, locais de livre acesso público na internet e etc. Principalmente se os dois (ou mais –Q) romances forem “sérios” e existir esse tipo de pedido da parte deles.
Outra coisa importante, se correr risco de receber mensagens públicas comprometedoras, pra não ficar louca verificando as contas 526.345.657.233.654.544.3234 vezes ao dia, talvez seja melhor simplesmente não ter registros nessas redes ou usar fakes (para casos tensos e dramáticos).
- Não fale muito sobre as suas “malemolências” afetivas para as pessoas, principalmente se elas tiverem contato com os ditos cujos “adereçados”. Não se pode confiar na língua do povo, amiga, anota isso no caderninho de lições da vida. Não escreva sobre os seus crimes nem no seu diário com cadeado, se for daqueles “super seguros” que se abrem até com pensamento então, esqueça.
- Não apresente os tais à família, nunca. Invente mil e um problemas na sua árvore genealógica. Informações assustadoras sobre o pai costumam manter sempre sobre tensão os rapazes, parece ser o ponto fraco do calcanhar dos homens.
- Seja ciumenta para abafar o ciúme dos rapazes. Só não exagere sem necessidade por que um dia eles podem começar a deixar de lado o superego “ela me ama, eu sou demais, ela morre de ciúme e não vive sem mim” e começar a desconfiar…
Apesar do ciúme, demonstre também confiança pra poder exigir o mesmo, e exija querida, ah exija! Deixe-os totalmente envergonhados caso um dia desconfiem milimetricamente da sua boa índole digna de convento.
Muito cuidado pra não ficar realmente ciumenta, afinal vocês estarão quites caso eles não sejam fiéis… Vamos ter um pouco de senso de justiça também né!?
- Se um dia for descoberta, negue até depois de morta. Ainda que existam provas irrevogáveis te condenando. Vale tudo nessas horas, desde “tenho uma irmã gêmea bastarda” à “tenho bipolaridade grau 469 e se fiz isso, não lembro de nada”. No fim das contas, lembre-se: você é sempre a vítima, afinal, eles são homens e merecem.
Beijos, divirtam-se!

Uma das coisas que mais irrita a maioria das mulheres nos homens é que eles “só pensam em sexo”. E de uma forma ou outra, com raríssimas exceções, essa é uma pura e incontestável realidade. As mulheres para se defender disso (sem ter propriamente que optar por mudar de opção sexual) precisam de formas sutis (ou não tão sutis) de contornar a situação…
Aqui vão algumas dicas…

1- Dizer que tem alergia ao produto químico que compõe camisinha e, além disso, é de uma família de mulheres extremamente férteis. Se ele insistir continue tagarelando sobre a quantidade absurda de tias, primos e irmãos que você tem, se ele já está pensando no nome dos seus filhos e etc… Se ele não desistir pela desculpa pelo menos desiste pela sua tagarelação, homem odeia mulher que fala demais.
OBS: Certifique-se que o rapaz não é estudante dos cursos de Química, Biologia ou afins. Porém, se ele estiver bêbado esse fator é totalmente relevante.
2- Dizer que está menstruada (mesmo não estando) e que seu fluxo é forte. É uma das que mais funcionam por que se o cara for uma pessoa normal vai ficar com nojo e desistir de ir mais além, pelo menos a partir dessa noite até sua menstruação “acabar”, mas aí no mínimo tempo você já sai ganhando. Valide sua mentira com absorventes na bolsa ou até mesmo usando um. Se sua mãe sempre te disse pra andar com absorvente na bolsa você vai descobrir o quanto essa dica é de extrema serventia.
3- Dizer que é virgem, se fazer de garotinha ingênua que o pai obriga a casar com o “mal elemento” que tirou a pureza da filha… Pode funcionar ou não, depende bastante do seu comportamento anteriormente, inclusive. De qualquer forma, se você não tiver posto tudo tão a perder com suas atitudes anteriores pode simplesmente dizer que isso de ser virgem não é comum na sua idade e por conta disso você finge não ser… Cuidado pra não piorar a sua situação, já que tem homem que tem fetiche por virgens. Importante: não se esqueça de analisar anteriormente as portas de fuga do local, podem ser extremamente necessárias.
4- Celular tocando na hora certa (e pra o cara exatamente a “errada”) sucedido de uma bela e indiscutível desculpa. Combina com alguma amiga ou simplesmente coloca um alarme, quando tocar, se for sua necessidade escapar do momento, diga a ele que foi sua mãe ou seu pai, que foi porque sua vó está doente, alguém próximo sofreu um acidente sério, uma amiga da sua mãe que morreu… e que você re-al-men-te precisa ir embora naquele minuto.
5- Dizer que tem uma doença muito contagiosa, raríssima e que se vocês forem um pouquinho mais além ele corre risco de ser infectado. Certifique-se que esse dito cujo não terá contato com pessoas do seu meio social e que vocês não se verão nunca mais, pense comigo: ok, você vai se livrar “forever” dele, mas se essa história se espalha você muito provavelmente também vai “se livrar forever” dos homens sãs do planeta.
Caso você tenha certeza que a história não vai se espalhar e, principalmente, que você não quer absolutamente nada posterior com ele: arrase na desculpa! Fala sobre os “efeitos” da doença e não se esqueça de enfatizar que ela não tem cura e nem previsão para tal.
6- Esse é pra situações críticas e tensas: dizer que é um travesti. No mesmo caso da dica anterior, e muito mais do que o caso anterior: certifique-se que você nunca mais vai passar na mesma rua que essa criatura! E que ele nunca terá contato com ninguém que cruze a mesma esquina que você, ainda que você esteja de óculos escuros! Nesse caso, sugiro que use isso somente quando estiver com um cara que resida fixamente em outro país ou que tenha amnésia.
Dica importante: não caia na besteira de dizer que você é lésbica ou coisa do gênero, acredite: vai ser absurdamente pior, colega! Isso porque, 99,9% dos homens têm desejo (assumido ou não) de praticar “mánage” (exceto o meu namorado que, ao ser interrogado com essa pergunta, me responde: “com 2 homens? Queroooooooo!” – Tenso, Yury!). Conclusão: além de não conseguir se livrar você ainda vai cair numa cilada bem pior! É muito provável que ele sugira que você faça com outra mulher, ainda que seja só pra ele ficar de camarote assistindo!
7- Se nada disso funcionar… dê um sorrisinho sem graça, diga um lindíssimo “não” e vá embora antes que seja obrigada a ser grossa.






































