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Venho falar sobre gordos, e eu acho que vai ter muito leitor do Trocistas que vai se identificar com esse texto.
Eu sempre fui gordo, tenho uma tendência genética pra isso. Comecei a engordar lá pros meus seis anos de idade e posso dizer com certeza que ser gordo, em geral, é uma merda. Tenho que agradecer essa minha rechonchudisse juvenil a minha grandmather, que aplicou em mim o velho conceito de que pra se ser uma criança saudável você teria que se parecer com um suíno.
Pelo que me lembro, estava com meu peso ideal quando ainda estudava no prézinho e só fui engordar quando estava saindo. Depois que entrei no ensino médio já era aquele garotinho “forte”, mas que sempre estava lá jogando bola e correndo com as outras crianças magrelas.
Fui criado por minha avó e pelas minhas tias e por sua cultura de sedentarismo. Me empanturravam de comida, docinhos, salgados, e essas porras calóricas que todo mundo adora mas sabe que, mais cedo ou mais tarde, vão nos causar varias doenças. Repetir refeições? Claro. Me davam permissão pra ficar assistindo oito horas de televisão seguidas, dormir bastante e nem ao menos me colocaram numa escolinha de futebol vagabunda.
Não que eu esteja jogando a culpa de toda a minha gordice atual no colo dos meus parentes, mas eles realmente têm uma parcela de culpa nisso sim.
Bom, lá pros meus dez, onze anos de idade, a coisa ficou um pouco pior. Com o tempo e com a chegada do meu computador, mandei as únicas atividades físicas que fazia para a casa do caralho. Mesmo sem uma internet decente ou um computador decente eu achava muito melhor ficar duas horas me maravilhando no paint do que, sei lá, qualquer outra coisa.
No começo da minha adolescência minha obesidade me tornou uma pessoa tímida, insegura e introvertida, fazendo com que minha vida social fosse um lixo.
Exatamente por causa da falta de mulher resolvi tomar vergonha na cara e perder peso. Fui num endocrinologista (que ironicamente também era gordo, a lá Zorra Total), que me passou remédios controlados, uma dieta mal feita e me mandou fazer exercícios. E não é que perdi peso mesmo? Perdi uns 30 quilos. Mas mais tarde, por não poder continuar comprando os remédios, acabei ganhando a maioria disso tudo de volta.
Acho que a pior coisa na questão de ser gordo são as roupas. É quase impossível achar uma roupa que você goste mesmo e que fique bem no seu corpo gordo, então somos obrigados a escolher entre conforto X beleza. Conforto geralmente ganha.
Em relacionamentos as coisas não são tão ruins quanto parecem. OK, na hora da foda pode ser meio complicado, principalmente pros homens, mas a gente se vira. Sorte a nossa que o número de Fat Admirer’s está crescendo. Só não queira dar um abraço completo em nós porque não vai rolar.
Uma das coisas boas em nós gordinhos é ter onde apertar, onde realmente pegar, coisa que pra mim vale muito. Quem gosta de osso é cachorro. O candidato a pegação tem que ter pelo menos aquela bordinha de catupiry, manjam?
Fora isso não vejo mais nenhuma vantagem em ser gordo. Percebi nesses dias que existem lugares reservados nos ônibus pra gordos, mas também fiquei sabendo do caso do cineasta nerd Kevin Smith, que foi obrigado a pagar duas passagens aéreas e acabou gerando a polêmica de que os obesos teriam que pagar por dois lugares nos aviões. Se for assim aí é que eu não saio do Brasil mesmo.
Como o nosso amigo estreante Duda escreveu a obesidade não é irreversível. É muito foda perder peso, principalmente quando seus parentes não têm um pingo de consciência de que te convidar pra um rodízio não vai te deixar tããão feliz assim se você não usa calça de zíper.
Meus parentes, por parte de mãe, são todos gordos. Minha tia tinha feito uma cirurgia de redução de estômago, a bariátrica, e minha mãe tinha ido visita-lá com mais uma amiga. Deu a hora do “almoço” da minha tia, que cheia de dores e com o estômago menor que a palma da mão dela, não conseguia nem beber água direito. Não é que minha mãe saca um pacote do McDonald’s da bolsa e começa a comer na frente dela? Sensibilidade emocional de uma pedra.
Resolvi reiniciar a mudança nos meus hábitos de alimentação. Se não der certo corro pra mesa de cirurgia o mais rápido possível. E você amigo fortinho, passa por algo parecido? Tem uma opinião diferente? Deixe suas experiências gordísticas ai nos comentários.

Terminei o ensino médio recentemente, e fui encorajado por meus familiares a tocar a minha vida profissional se quiser continuar tendo alguma coisa pra comer e um lugar pra dormir. A formação profissional de uma pessoa é muito importante nessa parada de sobrevivência.
As pessoas não tão burras assim ficam em média 18 anos estudando, contando o présinho, ensino fundamental, ensino médio e faculdade.
Quando crianças, gostamos de estar na escola, de brincar com os coleguinhas, fazer colagens e de mexer com tinta guache. Nosso cérebro é como uma esponja nessa idade. Absorvemos tudo que nos ensinam com mais facilidade e alguns já começam a ser educados com outros idiomas.
No ensino fundamental somos introduzidos ao básico da vida social. É aí que começam os maravilhosos bullyings, que provavelmente formarão um ou dois traumas na nossa adolescência, até aí normal. Tenho medo de pessoas que não tem traumas. Também somos introduzidos (ou introduzimos) na vida amorosa com nossos amores verdadeiros de uma semana.
No ensino médio estamos cansados dessa merda toda e ficamos nos perguntando pra que diabos temos que saber sobre tanta matéria inútil sendo que nunca usaremos nada disso. Alguns não veem a hora de se mandar. Alguns, principalmente essa geração aí, estão preocupados mais em bater de frente com os professores, literalmente. Esses estão levando esse meu conceito de sobrevivência ao pé da letra.
Depois de se matarem de estudar no último ano do ensino médio, fora o cursinho pré-vestibular, alguns se orgulham de ter conseguido entrar em alguma faculdade realmente boa.
Estou nessa fase também, ainda não estou estudando, mas meu objeto é entrar na USP e fazer Direito no fim do ano. Aí que vem a dúvida que todos nós, vestibulandos, temos em mente: um diploma realmente faz a diferença na hora de conseguir entrar no mercado de trabalho?
Lendo vários textos e analisando histórias conclui-se que sim. O diploma não é uma garantia de futuro, mas incrementa muito as suas chances de conseguir sobreviver no jogo da vida. Os riscos que você corre quando entra numa faculdade é não saber qual vai ser o rumo da profissão que você escolher, sendo que você só vai demorar uns quatro ou cinco anos pra entrar no mercado de trabalho, não gostar do curso ou descobrir que o curso não vale de nada. No meu caso acho que tenho mais segurança por escolher o curso de Direito, curso bem tradicional e numa área que é sempre movimentada quando você é bom no que faz.
O foda são as pessoas que tem diplomas, mas não conseguem arranjar um emprego na área. Penso aqui comigo que essas pessoas não devem ser tão boas no que fazem ou não estudaram como deveriam, só um palpite.
Há gente que defenda que os diplomas são super valorizados e que não é preciso ter um pra se ter um bom emprego. Bullshit. Pessoas com esse pensamento citam as exceções à essa regra, tipo Bill Gates e outros milionários. Ninguém escolhe ser uma exceção, geralmente as pessoas que são acabam descobrindo que tiveram êxito profissional na cagada.
Professores com doutorado que vão fazer concurso pra gari é uma prova de que um diploma não representa 100% de segurança profissional, mas vai trazer uma gama muito maior de conhecimento, experiência e contatos. O que conta também é a sua postura como universitário e empregado, se você é bom mesmo, inteligente e consegue se adaptar as situações de risco. Ou quem sabe você pode entrar no BBB e tentar a sorte grande, quem sabe você não vira uma exceção?

Hoje, venho me desculpar por meu ultimo post, o post sobre Nerds. Tenho que reconhecer que fui grosso e generalizei. É óbvio que temos que respeitar nossos leitores, pois vocês são os nossos patrões, nossos chefes e quem nós nos esforçamos para agradar. Eu amo os leitores desse blog, principalmente os críticos e aqueles que não nos acompanham tanto, mas que sempre estão dispostos a entrar com tudo num post polêmico. Acho que devia ter passado KY no meu teclado antes de digitar aquelas palavras de ódio e preconceito, palavras as quais deixariam Hitler e Mussolini assombrados.
Eu sei que aquele post gerou uma publicidade negativa sobre minha pessoa, mas não acontecera de novo.
Ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Não sou nenhum escritor fodão da Blogosfera e nem lancei nem sequer um livro mequetrefe de poesias infantis, mas o que me deixou puto foi ter sido chamado a atenção por blogueiros de povão, aqueles que postam imagens ingraçadinhas, vídeos hilários e muita informação pra vocês.
Não gosta de min? Não gosta dos meus textos? Eu posto toda quinta-fera, quando ver algum texto com a minha categoria você pula ele, simples. Sem protestos, sem cyber-ativismo (o que é uma coisa de boiola foda), sem chilique. Fecha no xizinho, enxuga o suor da testa e segue em frente.
A maioria dos meus textos vai falar (MAL) sobre religião, GLS, música, política, entretenimento e tudo que me der na telha. Se você, caro leitor fresco, não gosta, GO AWAY e seja feliz.
Acho que eu deveria ter usado um cavaquinho…
Mas com essa experiência vou começar a ser uma pessoa da paz. Porque temos que nos amar, nos abraçar e nos beijar na boca! OLHA O CARNAVAL AÍ GENTE!
Pra mostrar pra vocês que eu sou uma pessoa da paz irei revelar um dos meus gostos mais secretos: eu gosto de comédias românticas. Sim, eu gosto de comédias românticas. Herdei esse gosto por parte da senhora minha mãe, que sempre insistiu pra que eu pegasse filmes assim quando fosse ao piratero. Assisto e gosto porque mistura comédia e as complexidades dos relacionamentos humanos. Não me critique, você assiste BBB seu gay.
Mrs. Orgastic sempre com toda sua beleza
Recentemente vi uma comédia romântica bem legal: ‘Ele não está tão afim de você’, recomendo e irei divagar um pouco sobre o tema do filme.
O filme fala sobre diversas histórias de relacionamentos que estão ligadas com a personagem principal, que é uma garota chamada Gigi e que tem uma visão romântica da vida. Ela sai com um cara chamado Conor, mas ele não liga no dia seguinte. Aí já viu né, a mina fica se enganando, dando desculpas pra si mesma quando na verdade o cara só não gostou dela e pronto. Coisa que acontece com a maioria das pessoas, não só as mulheres. Quando ela está correndo atrás do cara conhece um amigo dele chamado Alex, que esclarece a visão dela sobre os homens: “Se um cara está afim de você ele vai correr atrás!”. O que é a mais pura verdade, porque se alguém está afim mesmo de você vai chegar junto.
Eu acredito nesse tipo de regra. São regras básicas e simples. O romance, assim como a comédia, é algo cultural, pode variar um pouco em alguns lugares, mas algumas regras nunca mudam.
Existem regras pra relacionamentos. Xingar de vagabunda (que manda muito bem de foda) na hora da transa tudo bem, mas fora dela eu acho que não pega bem. O que não concordo são manuais de instrução, regras do tipo “50 coisas que os homens não devem fazer na cama”, como se fossem regras que, se não seguidas, seriam passíveis de pena de morte.
A unica coisa que você vai fuder depois de ler essas regras é a sua cabeça
Tenho que aturar coisas como:
“DAR UM CHUPÃO NA ORELHA:
Seja franco: algum cara na escola lhe contou que as garotas adoram isso. Bom, há uma diferença entre ser erótico e chupar como se você estivesse tentando fazer respiração boca-a-boca num hipopótamo. Isso machuca.”
“TIRAR A ROUPA DEPRESSA DEMAIS:
Não force a barra tirando a roupa antes que ela tenha feito algum jesto para ver o seu material, mesmo que seja apenas desabotoar dois botões.“
“GOZAR DEPRESSA DEMAIS:
É o medo de todo homem. Com razão. Se você dispara antes de ver o branco dos olhos dela, certifique-se de que tem um plano “B” para assegurar o prazer dela.“
“NÃO GOZAR NUM TEMPO RAZOÁVEL:
Você pode achar que transar por uma hora sem chegar ao clímax é a marca de um deus do sexo, mas pra ela isso se parece mais com a marca de uma vagina dormente. Pelo menos compre algumas tapeçarias suspensas enigmáticas, para que ela tenha algo em que prestar atenção enquanto você banca o Homem-Maratona. “
“TIRAR FOTOS:
Quando um homem diz, “Posso tirar uma foto sua?”, ela vai ouvir as palavras “- pra mostrar pra galera”. Pelo menos, deixe que ela fique com a posse das fotos. ”
“NÃO TER IMAGINAÇÃO SUFICIENTE:
Imaginação vai desde desenhar padrões nas costas dela até derramar mel sobre ela e lambê-lo. Frutas, vegetais, gelo e plumas são todos dispositivos úteis; cera quente, tinta indelével, de jeito nenhum.”
OK, algumas regras estão valendo, mas a maioria delas são estúpidas. Acho que estas listas são feitas por mulheres muito mal comidas. Qualquer idiota sabe que tem que ser gentil, mas não pode ser bundão. Tem mulher que gosta de levar tapa na cara, de ser xingada MESMO, gosta de um pouco de força e de tomar gozada na cara. É normal. Ter que ficar decorando essas pilhas de regras é foda. As pessoas querem transar e não passar em vestibular de filme pornô.

A música se tornou algo imprescindível nas nossas vidas, principalmente dos jovens dessa geração. Geral tem seu celular com tocador de mp3, levando o melhor do funk para os transportes coletivos de sua cidade. As músicas que escutamos identificam a nossa personalidade, as nossas tribos e nosso meio social, por isso ter um gosto musical legal é uma exigência da nossa geração. Aí vem a questão: o que é um gosto musical legal? Isso pode variar, gosto é que nem cu, cada um tem e dá o seu a hora que quer.
O que me irrita muito nesse aspecto de estilos musicais é a necessidade que alguns têm de se sentir superiores aos outros pelos gostos que tem sem ao menos entender o que eles escutam. Nego falar mal de hip-hop só porque nunca parou pra escutar ou porque não entende do contexto histórico e social por trás da parada ou falar mal de música pop só porque é coisa de mainstream, do povão.
Só pra vocês terem uma ideia de como meu gosto musical é escroto, vejam um print das mais tocadas aqui:
Eu ouço muitos estilos diferentes de música e não manjo de TUDO sobre todos deles. Já fui criticado por ter esse estilo “misturado”, beirando ao eclético, mas na minha opinião isso seria o mais sensato a se fazer. Fãs que só focam num estilo só acabam ficando alienados no meio musical.
Eu ouço AC/DC. Não me considero um fã retarded mas sei muita coisa sobre a banda, o chato é ter que ficar ouvindo que o Hard Rock não é mais o mesmo, que só tem banda de viadinho no cenário do Rock e que o Rock está morrendo e bla bla bla. Mudem pô, focar num estilo só e ficar lamentando que ele está morrendo é um porre, isso sim é coisa de viado. Tenho certeza absoluta que tem sim algo de bom nessa geração musical.
O modo como essas pessoas criticam é muito engraçado. Nego reclama das letras das músicas tipo as dos funks cariocas (OK, não tem nem o que falar), mas eles mesmos não sabem as letras de nenhuma das músicas gringas que ouvem o que acaba tornando o protesto deles meio patético. Sei lá, o idiota que está ali ouvindo um funk pelo menos SABE o que está ouvindo.
Em questão do gosto do mainstream a coisa é mais complicada. O argumento de algumas pessoas é que a maioria da população não tem um senso crítico formado e que se tem bastante gente gostando de uma coisa é porque é uma merda. Parte desse raciocínio é verdade, mas não completamente. Julgar coisas sem ter conhecimento é uma atitude corriqueira dessa gente. Como alguém pode criticar algo sem ter conhecido? Coisa típica de nerd chato.
Eu ouvi essa Lady Gaga, ouvi até o primeiro do CPM22 e eu posso dizer que são uma porcaria. A grande jogada dela é o estilo exagerado dos figurinos, porque pra mim a música dela não fede nem cheira. Conheço um pouco de música pop e é triste ouvir as pessoas dizerem que ela vai superar a Madona. Baixei o primeiro cd do CPM22 justamente por que me disseram que era a fase menos emo deles. Engano meu. Ouvi o cd todo e não tive nenhum remorso em deletar.
Não gosto de emos pelo seguinte fato: o sentimentalismo exagerado nas suas letras são um atestado de looser foda. Normal você ter uma letra de música triste ou piegas, mas ser assim SEMPRE? Gente que fica só se lamentando não tem vez comigo. Desprezo nego que se baseia nisso sempre, e nem precisa ter uma banda pra ganhar meu desprezo.
E como no caso dos nossos queridos amigos emos, tem nego que despreza tribos musicais. Junto com os emos, temos os pagodeiros, sambistas e cantores de música popular. Eu ouço AC/DC e ouço Samba e MPB, chupem essa. Não fico com esse preconceito estúpido e sem fundamento lógico, que é mais baseado entre os relacionamentos entre as tribos do que pela música em si. Cresçam porra. E parem de ser chatos.

Ano novo ai, pessoal entro 2010 com aquele ressaca foda. A maioria dos nossos leitores deve ter acordado com aquele gosto de cabo de guarda-chuva na boca e com aquela dor estranha na bunda. Como é algo comum no ano novo, o pessoal reflete sobre tudo o que deveria ter feito e não deu à mínima, sobre tudo deixou anotado, sobre tudo que realmente esqueceu, e sobre as coisas que não deveria ter feito ainda no Natal.
Agradecemos pelos nossos sub-empregos (foda-se a reforma, na moral), por termos passado no vestibular e por termos nossas namoradas, mesmo sendo feinhas. Enfim, coisas que só pobre da valor mesmo.
Na virada de ano novo (não, não vou fazer nenhuma piada com dar o rabo, seus gays) repetimos diversos rituais para nos trazer sorte, dinheiro e muito sexo. É óbvio que o cara que espalhou todos esses rituais estava procurando mais otários pra poder enganar no ano seguinte.
Mas como não sou um total descrente nas forças espirituais e no propósito da vida humana na Terra, vou analisar as dicas dadas por todos os astrólogos da Rede TV e passar pra vocês o real significado por traz deles:
CALCINHA OU CUECA NOVAS: Dão sorte no amor, porque deixam os mal-entendidos para trás. São recomendadas principalmente para quem está começando namoro, para garantir um futuro de sorte e felicidade no relacionamento e uma ótima primeira transa. Os orixás dizem que roupas íntimas furadas e fedendo atraem energias negativas.
QUALQUER PEÇA AMARELA: pode ser uma peça íntima, um lenço, uma faixa ou um pequeno lacinho amarelo (que deve ficar sempre na sua bolsa). O amarelo representa o poder do ouro e, dizem, atrai dinheiro. Provavelmente não vai funcionar se for à flanela que você usa no seu emprego no farol, abs.
O PRIMEIRO NEGÓCIO do ano nunca deve ser fiado nem com pessoa pobre. Steve Jobs seguiu essa dica, verdade crua.
UMA NOTA DE DINHEIRO DENTRO DO SAPATO: os orientais dizem que a energia entra no nosso corpo pelos pés. Vai daí, o dinheiro no sapato conserva e atrai mais e mais riquezas, principalmente se você morar perto de alguma favela.
JOGAR MOEDAS, da rua para dentro de casa. Atrai riqueza para todos que moram no lugar. Menos pra você.
DAR TRÊS PULINHOS com uma taça de champanha na mão, sem derramar nenhuma gota, e jogue todo o champanhe para trás para deixar tudo o que for ruim no passado. Se possível na cabeça daquele parente que você não suporta.
Usem isso no próximo ano, essas dicas são o segredo do meu sucesso.













































