Hoje na coluna, André Delacerda . Vem nos falar sobre Marya Zin, a socialite.
Marya Zin é uma famosa socialite, o que não tem nada haver com celulite, apesar de ela jurar de pés juntos para as amigas quando vai a praia, dizendo que tem apenas traços da idade, os quais ela insiste em liberalizar com o uso de um fio dental garotinha popozuda comprado as escondidas no Saara, por seu motorista, na verdade amante nas longas horas de ausência de seu $cifrado marido.
Zin-Zin, como gosta de ser chamada, aderindo a high tendência oriental que ela adquiriu ao ler umas dessas revistas de fofocas carecas, que na verdade é um malha vida dos outros para quem não tem muito, o que fazer.
Ela costuma reunir as amigas todos sábados para um brunch, que na verdade está mais lá para chá das cinco, pois brunch mesmo é entre as 10 e 14 hs. Tudo bem! Não podemos exigir muito dela, lhe falta um pouco de vontade cerebral em saber a diferença entre os States e a Terra da Rainha. Para ela, é tudo a mesma coisa, quem paga a conta é o passa cartão do $cifrado.
Vai lá saber o que se passa na cabeça dessa mulher!? Depois que voltou de New York, veio com essa idéia, quem sabe ainda não se adaptou ao fuso horário tupiniquim, ou é excesso de laquê aspirados naquelas nuvens que podem ser sentidas e vistas quando se entra em salão de beleza.
Mas a nova moda de Zin-Zin é aderir as redes sociais, e imagina que ela agora está pregando a responsabilidade social entre as amigas.
Diz Zin-Zin com uma mega bolsa Luyvon no braço, escrita com Y de cabeça para baixo:
“amigas não falei que é chic comprar em camelô? É a última moda. Estou fazendo a minha parte, ajudando as pessoas mais carentes a terem acesso social, e eles a mim trazendo os últimos lançamentos. Afinal, comprando na loja ou no camelô tudo vem do mesmo lugar.”
“Atii xhina”.
Diz Zin-Zin em seu correto carioquês básico.
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