Hoje na coluna, Gabriela Spinola. Integrante dos blogs Lost Unplugged e Eu Venho Em Paz. Vem nos falar sobre séries ou seriados, como queiram. Cuidado, contém Spoilers!! Que nada… É sacanagem, pode ler.

Adoro séries. É cultura, pra mim. Ao contrário de porcarias como BBB, são capazes de nos tornar interessantes aos olhos dos leigos atuais. Tipos, aquele seu colega engraçadinho do fundo da sala que faz piada até com acento colocado no lugar errado. Ele não entenderia nada se você dissesse que o Monstro de Fumaça deveria engolir seus professores (apesar de concordar integralmente só pela 2ª parte da frase), que Jack Bauer pode fazer, em um dia, o que a polícia local não consegue em um mês, ou que a Penelope Garcia deveria lhes dar aulas de informática ao invés daquele bicho Pré-Histórico que te manda fazer planilhas inúteis no Power Point. Mas, com toda erteza, ele acharia aquilo legal e, algum dia, iria acabar assistindo séries como “Lost”, de tanto que você enche a paciência com teorias mirabolantes e sem pé nem cabeça.
Eu gosto mesmo é de séries policiais. Talvez seja porque eu já esteja cansada de ver o Brasil ficar boquiaberto com coisas como a menina Isabella e Eloá (coisas que todo mundo achou uma tragédia, affe), enquanto há bizarrices como o maluco Frank (“No Way Out”, de Criminal Minds) soltos mundo afora. Ou, talvez, seja pelo fato de que séries policiais só têm gente bonita, ou pelo menos bem acima do nível de beleza das outras séries. Tá, as fangirls da vida podem vir me atacar por não ver um mínimo de graça no Josh Holloway (bonito, sim, bom ator, nunca) ou no Matthew Fox (idem), e ainda por cima achar o Thomas Gibson um deus.
Uma das séries que mais gosto é Cold Case. Certo que hoje, na sua 6ª temporada, a série perdeu muito em CRIATIVIDADE, claro, fica difícil se tornar original depois de quase sete anos. Mas bem que dava pra ser melhor, não? A coisa toda só se salva com os momentos vergonha-alheia do Nick Vera – que usou uma gravata amarela de bolinhas, um boné de baseball ridículo, e apareceu sem calças e fazendo a barba no banheiro feminino – e nem a Tanya Raymonde, aka Alex Rousseau de Lost, conseguiu tirar a série do limbo em que está se metendo.
Acho o CSI original uma porcaria, o “Miami” igualmente, sendo só o “NY” que se salva. Ok, pode chutar o pau da barraca nos comentários (“essa pirralha não sabe de nada, CSI é uma obra-prima!!!”), mas nada vai mudar o fato de que é tudo muito ensaiadinho. Os atores não têm nem um pouco de espontaneidade. E até parece que são os investigadores forenses quem resolvem os crimes… Não engulo. Period. Citando Emily Prentiss, a gênia de Criminal Minds, “esses técnicos forenses querem bancar os detetives ao invés de se aterem às suas análises de DNA”.
Minha série preferida é Lost, mas nem vou falar sobre ela, porque já tenho um blog sobre a série, e porque esse texto se tornaria um livro enorme e cansativo. Por conseqüência, a 2ª na lista se chama Criminal Minds, e já foi citada duas vezes antes nesse post. Temos estereótipos de todo tipo, mas isso torna a série mais interessante e fica ainda muito mais interessante quando os personagens “quebram” os rótulos que possuem, ou quando exploram isso. Por exemplo: quando o nerd Spencer Reid joga seu “charme” para uma bartender e totalmente funciona (ta, imagina isso agora) ou quando o chefe durão, supersério, lindo e brilhante Aaron Hotchner quase vai às lágrimas quando ouve a melhor personagem feminina da série (porque a Garcia nem aparece muito, a JJ é supermala e a Jordan Todd ninguém merece, nem o House em seu pior exame bizarro) leva uma surra do Dylan McKay em sua nova encarnação. Além desses, têm também o gostosão Derek Morgan, que deixaria qualquer garota sem palavras se aparecesse sem camisa, o chatíssimo Dave Rossi e seu igualmente chato antecessor Jason Gideon (tá, agora vocês me matam MESMO), a gordinha geek Penelope Garcia, que arranca boas risadas com suas pérolas do tipo “talk dirty to me”, a supermegachata Elle Greenway, que quase foi pro caixa-prego no final da 1ª temporada, sobreviveu ao melhor estilho John McClane só para sair cinco episódios depois, a sem-sal Jennifer Jareau – que não tem nada de tão interessante para ser citado, exceto pelo fato de que a sua intérprete ficou grávida, inseriram isso na trama e ela agora está casada com um cara muito feio – , a ainda mais sem sal Jordan Todd, que só fez merda enquanto substituiu JJ durante sua licença-maternidade, Haley Hotchner e Erin Strauss, que são tão chatas, medíocres e irritantes que não merecem nem uma linha a seu respeito.
Se fosse possível “entrar dentro” de uma série, acho que eu gostaria de ser alguma transeunte qualquer em Grey’s Anatomy, que tivesse o mesmo problema que a Izzie. Transar com os mortos… Keith Moon, tudo legal contigo? Agora, vamos admitir, já ta mais do que na hora da Tia Shonda acordar pra vida, não? Tá certo que, além das séries policiais, eu adoro um draminha pastelão de novela (até Days of Our Lives serve, mas NADA brasileiro, por favor), e foi justamente por esse fator que Grey’s me conquistou. Mas tem coisa que não dá para engolir, mesmo. Tipos, quem é que vê seu noivo morto e nem sequer cogita a possibilidade de ter algum problema? Sem contar a relação indo-e-vindo de Meredith e Derek. Os dois brigam por qualquer coisinha… Ainda que a esposa do seu namorado atravessar o país para infernizá-lo e te detonar não seja “qualquer coisinha”, precisava fazer aquele chilique “Pick me! Choose me! Love me!”, hein? Claro que não. Bastava levar uma conversa racional ao invés de deixar a sua criança interior falar e, ainda por cima, passar vergonha. Tenha dó, Shonda.
Ok, esse foi o meu extenso post sobre séries, que eu acredito ser o primeiro de muitos. Vou elaborar um texto menor a respeito de música, e depois fica pra vocês – nos comentários – e pro Veiga decidir se devo, ou não, voltar a dar meus pitacos nem tão humorísticos assim por aqui.
Quer ter seu texto aqui também? Entre em contato conosco veiga.yury@gmail.com ou deixe um comentário dizendo que quer participar.
Pulando de alegria aqui… xD
http://sonabrisa.nomemix.com/
comente as postagen mais antigas tabem,
e entre na comunidade dele
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=23965519
atualização diaria.
Levi Ventura
Eu quero participar. Como faço? Vou escrever um texto e enviar para vocÊs?
Abs
Eu particularmente quando se trata de série, sou fan de 24 horas e Big Ben Theory. Acho que a trama de 24 horas te faz torcer e vibrar. Eles conseguiram um tempo perfeito que prende o telespectador.
Big Ben Theory – Na minha opinião é o novo Friends em termo de humor inteligente e simples. Acho genial e muito engraçado
PS: Esse blog tá muito devagar pra abrir.
Comenta no meu blog, tb, ok?^^
http://taiscristinasworld.blogspot.com
Beijos
Aliás, quando quiser me chamar, to ai
Abraços a todos
Aliás, quero participar dessa “divulgação” de textos… é melhor mandar um e-mail?
um beijo
e comenta la tbm se mlinks please
adorei o post!