Muita gente já ouviu falar, mas nunca teve oportunidade de assistir esse filme. Espero que gostem tanto quanto eu.
Monty Python and the Holy Grail (Brasil: Monty Python – Em Busca do Cálice Sagrado) é um filme de comédia de 1975. Foi escrito, teve a performance e foi dirigido pelo Monty Python, um grupo britânico de comédia, durante o intervalo entre a terceira e a última temporada de sua popular série de televisão da BBC Monty Python’s Flying Circus. Em Busca do Cálice Sagrado foi elaborado com material inteiramente novo. Baseado de forma irônica na lenda da busca do Rei Arthur para encontrar o Santo Graal, o filme foi um sucesso quando esteve em cartaz e mantém uma legião de seguidores atualmente.
O Rei Arthur dos Bretões começa sua jornada seguido de seu escudeiro Patsy em busca de bravos cavaleiros que desejassem juntar-se a ele na corte de Camelot. Surpreendido por um Cavaleiro Negro, Arthur se vê obrigado a lutar contra o bravo cavaleiro. Após breves arranhões de espada, que resultaram ao Cavaleiro Negro a perda de seus dois braços e pernas, Arthur pôde continuar recrutando jovens (ou não) para preencherem cadeiras vazias na Távola Redonda.
Após convocar o inteligente Sir Bedevere, o bravo Sir Lancelot, o casto Sir Galahad, e Sir Robin, o não-tão-bravo-quanto-Sir-Lancelot (além do Sir Que-não-aparece-neste-filme), o rei teve a honra de receber um chamado divino pedindo-lhe que fosse em busca do Graal, o cálice sagrado.
Aceitando a valorosa missão, Arthur e seus cavaleiros foram até um castelo próximo a Camelot, perguntar sobre o Graal. O castelo, porém, pertencia a um francês, que contratara soldados que sabiam manter longe qualquer intruso indesejado. Sua estratégia consistia em insultos inteligentes, desde “sua mãe é um hamster” até lançamentos de vacas aos invasores.
Percebendo que os franceses não os deixariam entrar no castelo, Sir Bedevere propôs a construção de um enorme coelho de madeira (aka Cavalo de Tróia, só que mais criativo e comum). Após o fracasso do coelho de madeira e do texugo de madeira, que não pôde ser construído por censura dos companheiros de Sir Bedevere, o rei propôs que se separassem em busca do Graal.
A fim de prosseguirem sua saga, os cavaleiros precisavam encontrar o mago Tim, que os guiaria até à caverna da terrível besta-fera Caerbannog. A entrada da caverna era coberta por ossos humanos e de outros animais, colocando o medo nas calças de Sir Robin. Para passar pelo monstro monstruoso, eles precisavam da Santa Granada de Mão. A Santa Granada de Mão deveria ser utilizada seguindo à risca as instruções de uso, como retirar o pino, contar até três e lançá-la no inimigo.
“Três deverá ser o número que será contado. E o número a ser contado deve ser até três. Nem quatro, nem dois, a não ser que depois deste proceda o três. Cinco está fora.” Essas são as sábias palavras do Livro de Armamentos dos monges.
Depois de conseguirem triunfar na contagem até cinco, digo, três, os cavaleiros puderam entrar na caverna de Caerbannog e decifrar os escritos deixados por José de Arimatéia em aramaico.
Após a revelação de José de Arimatéia, de que o cálice estaria no Castelo de Aaaahhh…, Arthur e seus companheiros foram até a Ponte da Morte, mas primeiro tiveram que enfrentar (fugindo) da lendária Fera Negra de Ahhh… (O irmão Mainard foi comido enquanto citava) (Nesta parte, a fera e todos os cavaleiros eram animações). Felizmente, a perseguição acabou depois que cartunista teve um enfarto fulminante e o perigo do desenho já não mais existia. Enfim, foram encontrar o ancião que eles viram na cena 24. Para passar pela Ponte da Morte, cada um deveria responder três perguntas. Sir Lancelot triunfa, seguido de Arthur e Bedevere. Sir Robin e Galahad erraram duas perguntas infotúnias: qual a capital da Assíria (Sir Robin) e qual a sua cor favorita (Sir Galahad). Porém, Sir Lancelot é levado pela polícia local pois matou um famoso historiador ao longo de sua jornada.
Arthur e Bedevere vão então até o Castelo de Aaaaargh para conseguir o cálice sagrado. Não obstante, o castelo pertence aos franceses (os mesmos de antes) e sua delicadeza, impedindo-os, mais uma vez de conseguir o Graal. Arthur decide então chamar seu exército que por acaso estava por perto para invadir o castelo.
O rei Arthur conseguiria o Santo Graal, não fosse pelos policiais que o prenderam por participar no assassinato do famoso historiador, com a ajuda de Sir Lancelot.