
Ouvi falar de um jogador muito esperto [mais esperto do que o Bruno (o que não é muito difícil)], que obrigava sua maria-chuteira-de-estimação a tomar um tal anticoncepcional de R$ 200,00. Obrigava no sentido literal da palavra….ô, brigava mermo!!! E a vadia mulher tomava o tal contraceptivo… Legal, né? Amigo, diz aí: esse tal jogador iria ter o mesmo efeito com a pílula #digratis dos postos de saúde… Por que esse manezão, torra 200 pratas assim??? Cara, com duzentos reais eu fico rica. Vou morar na Zona Sul, ando de conversível….duzentinhos é muita grana, meu camarada.
Pra esse troço custar tão caro, fiquei pensando, tem que vir com brinde, né? Tipo, sei lá… uma função extra. Boa!!! Já sei! Esse anticoncepcional deve ter algumas funções como, por exemplo:
Mudando de assunto, vamos dar uma conferida no que muda na nossa cultura após o caso Bruno:
Passa a ser assim: “Me mata, me corta, me chama de Eliza!”
Passa a ser assim: “Dorme neném, que o Bruno vem pegar. Vai te levar pra Minas e vai te esquartejar.”
Passa a ser assim: “Dei no tororó e depois engravidei. Achei que tava feita, mas depois eu me ferrei. Ô Elizazinha, Elizazinha, entrarás na faca, toda cortadinha.”
Passa a ser assim: “1, 2, 3 cortezinhos, 4, 5, 6 cortezinhos, 7, 8, 9 cortezinhos, 10 foi pro rottweiler.”
Passa a ser assim: “Quem com faca fere, ainda joga pros rottweilers.
maluco soh pensa em sékiçu…. esquece das otras parada da nisso…
agora vo te q me controla, ja penso eu pego a mania ae e qndo tiver com o meu lovinho eu falar:
“Me mata, me corta, me joga na parede e me chama de Eliza!”
a Dai me mata kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
@Claumann, de fato, mto arriscado. Mas esse novo hábito já foi incoroporado a nossa cultura... rsrs