Sabe aquela máxima “Freud explica?” Pois bem, nem Freud, nem Platão, nem Einstein, nem a Thalita Rebouças juntos, num Congresso-Internacional-Super-Esquisito, conseguiriam elucidar meu questionamento.
Vamos ao meu raciocínio (ou à falta dele):
Para você, amiga leitora, candidatar-se ao cargo de vendedora em uma loja mega-super-hiper badalada na Zona Sul, você terá que possuir um segundo idioma, terceiro talvez, quarto quem sabe… Beleza. No problem.
Se sua intenção, amigo leitor, é trabalhar como arquiteto -olha só que genial- você vai precisar estar formado em Arquitetura! (OHHHH!)
Também será necessário que se saiba desenhar, caso você queira entrar pra equipe do Maurício de Souza, nosso querido idealizador da gorducha, baixinha, dentuça, bruta, maria-joão mais amada dessa nação verde e amarela: a Mônica (adogo).
E um porteiro? Quais são os requisitos básicos para que alguém conquiste este emprego tão indispensável ao bom e perfeito funcionamento de um prédio ou de um condomínio predial? Será a astúcia, a força, a esperteza, a sabedoria, a experiência, a inteligência? Ou algum talento especial como dom de cantar, atuar, escrever, fazer cálculos matemáticos dificílimos, dançar um xote? O que vocês acham?
Talvez vocês nunca tenham parado para pensar numa questão tão séria como esta, e eu até entendo o porquê. Provavelmente vocês não se achavam suficientemente qualificados para esta função. E quer saber? Também não tenho essa qualificação. Por pouco a teria. Por muito pouco mesmo.
O primeiro requisito que você deve preencher, caso esteja verdadeiramente interessado no emprego, é ser NORDESTINO. Ponto. É nordestino? Belezinha, agora só falta preencher o segundo, mas não menos importante requisito.
Antes de matar a curiosidade de vocês, preciso que saibam que já morei em uns 7 prédios, portanto sou conhecedora de causa.
E o requisito final é… (que rufem os tambores)…
Para ser um autêntico porteiro residencial você deverá se chamar José, mas todos deverão conhecer você apenas pelo simpático e íntimo apelido “ZÉ”!
Não existe no mundo um prédio em que falte um Porteiro Zé. Zé é o cara. É ele que abre o portão quando você esquece as chaves, é ele que te interfona e avisa que naquele dia o gás e água serão cortados, é ele que interfona e avisa: Farmácia chegou!
Fico me perguntando se existe algum sindicato da classe que faça a pré-seleção dos nordestinos que se chamem Zé. Deve funcionar assim:
_Candidatos a porteiros. Atenção. Formar uma fila única à direita.
_Candidatos a porteiros. Atenção. Todos os nordestinos, formar uma fila única à esquerda.
_Candidatos a porteiro. Atenção. Todos os nordestinos que se chamarem Zé, formar fila única no centro.
_Seleção encerrada. Fila do centro pode me acompanhar. Os outros, estão dispensados.
Bem, como é claro a todos, não poderei nunca me candidatar ao cargo, visto que não sou homem, não sou nordestina, nem me chamo “Zé”. Mas quanto ao cargo de vendedora… I don´t speak English, mas sei falar fluntemente a Língua do P.
P-por P-que P-to- P-do P-por- P-tei P-ro P-se P-cha P-ma P-Zé?
P Q P
@jangoo, 3 coisas que descobri sobre você:
1) não sabe nada sobre digitação e consequentes erros;
2)É nordestino; ou chama-se Zé (visto que se doeu);
3)é um pseudo-intelectual.
Sinto muito pelos 3 aspectos.
A Mégrivi apenas brincou com uma coincidência, se você NORDESTINO se sentiu ofendido, na boa? O problema é seu! Pois se eu fizesse uma piada sobre os paulistanos, to tipo:
-> Quer falar igual paulistano? Simples, use a fórmula: Puta + palavra + ducacête + mêu!. Ex. “Puta chuva ducacête mêu!”, “Puta filme ducacête meu!”
-> Paulistano classifica “natureza” como substantivo abstrato.
ou piadas com cariocas:
-> Carioca nem liga mais para a violência, a bala entra por um ouvido e sai pelo outro.
-> ClimaTempo RJ informa: O clima para essa segunda é de medo e terror. Mínima de 60°C, máxima de 78°C, com chuvas esparsas e de calibre variado.
A maioria ia rir, achar engraçado, e (quase) ninguém ficaria ofendido. Pois, isso, além de uma anedota, é SENSO COMUM.
@Poison Heart, Nosso amigo aí em cima não sabe separar as coisas, né?
Até porque, mesmo se intenção fosse essa, não tem nada de fato ofensivo no que escrevi. Constatei que nos prédios onde morei havia um nordestino chamado Zé que cuidava da portaria.
Mas obrigada pela tentativa de esclarecer para o digníssimo colega a diferenciação do humor para os outros gêneros!
Bye bye
Mas aqui em Friburgo é diferente. O porteiro não gosta de ser chamado de porteiro. Tem que ter um ÃO no final do nome. Não abrem a porta, não te interfonam, se vc estiver abarrotado de sacolas do supermercado: problema seu! se vira….
não deixe de acessar o meu blog:
http://www.pautafree.fm-consultoria.com.br/
e segue a gente no twitter: twitter.com/pautafree
abraços
Wilma Helena
Paraíba só fala merda…
@Gustavo Alvaro,
Desculpe, não sabia que era sobre piru... fique à vontade para pôr os assuntos em dia. Cada um conversa o que gosta né.
@Mégrivi Patrícia, Esse clube do bolinha é complicado... Sempre aparece alguém para defender o "trocista" da vez...
Cara senhorita "nome de filha de nordestino", reitero meus parabéns... tenha um bom dia.
Adeus colegas... Vai ser difícil não voltar aqui para rebater, mas deixo as últimas agressões para vocês, pois não quero que gastem suas cotas de humor com comentários...
deixo pro próximo aew pra responder o pq do zé nordestino… =X
OBS:
essa parada de etnocentrismo eh quase uma discriminação…
soh q no caso do comentário acima dos porteiros teve nada a ver…
foi apenas um comentario sobre a coincidencia, ou nao, de quase todos
porteiros serem nordestinos e se chamarem zé….
nao sei pq o garoto se doeu ae…
d qualquer forma, bjunda pro6
o/
Só porque você fica “se achando” porque não é do nordeste não precisa ficar falando mal. Se você realmente soubesse fazer um humor de QUALIDADE não teria tanta gente criticando você.
@Yonnin,Mais um ser com déficit de compreensão….
Não vou dar mais aulas de reforço via blog.
Pra finalizar, qta gente me criticando??? Hã?? Só 1, meu bem! Só 1! rsrsrs
Se vc não se deu ao trabalho de ler os comentários, não farei este trabalho por vc.
@Yonnin, Amigo, favor ler o comentário n* 2#, por favor.
@ANA GLÉSIA, concordo, assim como a ignorância deveria ser tratada como doença...