Tem outro objeto mágico que também perdemos, e muitas vezes sem querer esquecemos em algum lugar, o celular. São os celulares que desaparecem dentro do abismo da bolsa de mulher ou são esquecidos em cima da mesa do bar. Outros têm uma tendência suicida de se atirar no chão, pois se sentem obsoletos e querem morrer em uma queda violenta. Não podemos esquecer aqueles que são seqüestrados e pedem resgate para não serem esquecidos completamente por seus donos.
Algumas vezes, os celulares são jogados acidentalmente dentro de uma privada, até que alguns modelos resistem e outros morrem pelo afogamento de seus circuitos. Hoje, o celular é mais importante que a sua carteira, bolsa ou identidade, pois a sua identidade é o aparelho eletrônico recheado de (f)utilidades. Sua personalidade é definida por esse dispositivo de comunicação portátil. O mais interessante é que ninguém precisava deste “telemóvel” antes de ser inventado; tira fotos, acessa as redes sociais, e-mails, wi-fi, GPS, mp3, vídeos 3gp, HD, 3G, 4G, QWERTY, Android, Symbiam, Touch screen e Bluetooth. Esqueci de alguma coisa? Ah! Falar acho que é importante também.