Ana trabalha no setor de recursos humanos, mais especificamente no setor que cuida dos planos de saúde. Então todos os funcionários que precisem usar o plano têm que falar com ela. Com o tempo, ela foi se acostumando com os pedidos. Sempre eram consultas, remédios, tratamentos e cirurgias normais.
Uma certa vez, um dos empregados queria colocar silicone… na sua filha. Foi até Ana para perguntar se ela conseguiria a cirurgia. Se esforçou, ligou pra lá, falou com pessoas de tudo que é lugar, puxou saco e acabou conseguindo.
Certo dia um senhor chega perto de Ana, a leva para um canto e diz que precisa de uma prótese. Ana perguntou: “Prótese de que?”, o senhor respondeu baixinho: “Prótese peniana”. A princípio ela ficou assustada, mas mesmo assim disse que correria atrás. Falou com algumas pessoas e descobriu que existem dois tipos de próteses. Uma nacional mais barata e com pouca mobilidade. E uma importada mais cara e com muito mais mobilidade, considerada a melhor. Porém, o plano só cobria a nacional.
Ana mandou e-mail ao senhor explicando tudo. Ele ao ler, veio correndo ao encontro dela. Pediu mais explicações. Ela explicou tudo ao senhor novamente: “A nacional só vai para cima e para baixo. A importada vai pros lados, pra cima e pra baixo, só que o plano não cobre e o senhor teria que pagar a diferença”. Ele pensou e respondeu rapidamente: “Eu já estou velho mesmo, não vou usar pra nada. Fico com a nacional. Pode marcar a data da fimose.”
Agora imagina esse cara chegando na empresa e todo mundo sabendo que ele colocou uma prótese…
ai ai ai ai